quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Desigualdade salarial

A igualdade entre gêneros é uma luta social, e a efetividade desse direito aos poucos está sendo alcançada. O art. 5º, I da Constituição de 1988 determina que "homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição". As mulheres deixam em evidência suas conquistas, resultado da luta de séculos por igualdade, respeito e dignidade. 

A igualdade entre homem e mulher como direito individual constitucionalmente previsto é uma conquista, sem dúvidas. Entretanto, a busca pela igualdade "na prática", efetiva, e não apenas formalmente prevista na lei, ainda tem que avançar. 

Infelizmente a sociedade ainda possui um grande problema: a desigualdade salarial. Em um estudo mundial que analisou a desigualdade de salários através de um ranking em 142 países: o Brasil ficou na posição 124, entre os últimos colocados. E segundo os dados do IBGE, 
as brasileiras ganham, em média, 76% da renda dos homens. 

Em entrevista com o Foca na Notícia: Paula Reis, estudante de jornalismo, informou '' ambos os gêneros deveriam ganhar o mesmo, e o problema depende de políticas públicas para que seja resolvido.''

                            

A Constituição de 1988, em seu art. 7º, XXX, deixa claro que é direito do trabalhador a "proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil."

Contudo, o Foca na Notícia encontrou exceções perante este estudo. Mulheres que não sofrem com esta desigualdade. Mulheres que possuem direitos efetivados, mulheres que têm as mesmas funções que homens e possuem os mesmos salários.
Ana Paula Barros trabalha como auxiliar administrativo e já trabalhou em várias empresas. 
'' Substitui um homem na empresa que saiu por questões pessoais, e recebo o mesmo que ele recebia.''
                                        

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